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OBLÍQUO

Ainda se pode ouvir
O ranger de tabuas dos navios
negreiros
Toda a dor e o lamento
nos campos de concentração
nazistas
Os gritos de dor e os gemidos
e choros dos porões da
tortura
Toda e qualquer angústia
e o medo das bombas das
guerras
e suas sirenes assustadoras
Tudo encoberto como cabe a neblina
do esquecimento da dor
alheia
O singelo canto das aves
amenizam
Meus olhos arderam e te olham
e se a luz sorrisse, seria como voce
Te olho pelo canto do olho, oblíquo...
Me surge tua silhueta amada
que espreita e espera meu sinal
e nada mais tem importância!
Once Upon a Time
Enviado por Once Upon a Time em 05/06/2005
Código do texto: T22235
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Sobre a autora
Once Upon a Time
São Paulo - São Paulo - Brasil, 57 anos
120 textos (5515 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 18:14)
Once Upon a Time