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Um dia na eternidade

De manhã, o coração suave
Alegremente, olha o jardim
E tamanha é a felicidade
Que no peito, quase não cabe
A esperança e a vivacidade
Que arde, no coração, sem fim...

À tarde, o coração receia
Palpita e sonha, meras ilusões
E no jardim, se embaraça
No espaço que o rodeia
Há múltiplas sensações
E o coração se escassa...

Chega à noite, o coração, lamenta
Triste, chora os jardins perdidos
E a espontaneidade, que vem do amor
Em sua marcha tão lenta
Repete em frios gemidos:
- Só desejei uma flor!










Priscila de Loureiro Coelho
Consultora de desenvolvimento de Pessoas
Priscila de Loureiro Coelho
Enviado por Priscila de Loureiro Coelho em 05/06/2005
Código do texto: T22249
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Sobre a autora
Priscila de Loureiro Coelho
Jacareí - São Paulo - Brasil, 65 anos
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1 e-livros (148 leituras)
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Priscila de Loureiro Coelho