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Diálogo no Silêncio

Bom dia, Mestre !
Há quanto não nos vemos.
Deste espaço físico em que partiste
Estático permaneço ainda,
A observar o infinito em que te encontras
Emanando bênçãos para os que te amam.


Bom dia, Pai !
É teu filho que surge agora
Da cegueira adolescente da vida.
E, compreende a tua verdadeira herança
De acrescentar um pouco de alegria e esperança,
Em todas as pessoas que nos cercam.


Bom dia, Amigo !
Pode ter a absoluta certeza
No segredo de tuas amargas confidências,
Adormecidas em meu coração sofrido.
Perplexo, diante da nossa breve convivência,
Onde nasceu a amizade que ora é um profundo silêncio.


Por Alexandre Boechat
Novembro de 1980.
Alexandre Boechat
Enviado por Alexandre Boechat em 23/08/2006
Reeditado em 20/02/2014
Código do texto: T223225
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Boechat
Petrópolis - Rio de Janeiro - Brasil, 58 anos
72 textos (5634 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 12:10)
Alexandre Boechat