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DUQUE , TERNO e BARRA

DUQUE , TERNO e BARRA
FLAVIO MPINTO

“Pai, quem é aquele senhor ?”
“É o Duque, meu filho.”
E lá passava carruagem na direção  do Paço Imperial

Chega o dia do velho Duque.
Os problemas o esperavam
Só assim lembravam dele

Mas que coisa é essa
De lembrar somente naqueles dias?
Por que não o ano inteiro?

E lá ia o velho Duque.
Não reclamava
Ia firme como um jacarandá.
E com ações e atitudes exemplares
Aos poucos debelava os males.

E de lá retornava com os problemas resolvidos
Com vencedores e vencidos
Todos abraçados no mesmo ideal.
Era sempre assim.

Nada mais do que mais uma missão cumprida
Mais uma jornada em prol da Pátria amada
Que não merecia menos
do que sua espada justa, decisiva, bondosa.

E lá vinham eles atacá-lo
E o Duque só exclamava e não reclamava.
- Quanta miséria!

Mas nada pedia nem reconhecimento
E em nenhum momento
Parecia sentir o desconforto da ingratidão
Mas prosseguia firme
Imperturbável
Inatacável
Altivo
E até hoje vivo
na memória dos brasileiros de bem.
Luis Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias
O Condestável do Império
Figura impoluta da consolidação da nacionalidade.
O pacificador
Um brasileiro exemplar.
Salve 25 de agosto.
FLAVIO MPINTO
Enviado por FLAVIO MPINTO em 24/08/2006
Reeditado em 24/08/2006
Código do texto: T224476

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Sobre o autor
FLAVIO MPINTO
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 65 anos
530 textos (94146 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 00:23)
FLAVIO MPINTO