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Condenada à tua prisão

Hoje sou eu! Amanha quem serei?
Alguém, talvez perdida no mundo
Que eu hoje nunca imaginei.

Uma existência vaga, perdida
No meio de um nada chamado vida…

Hoje afirmo que te amo. Amanha que direi?
Sou um barco perdido no destino
Onde eu grito e desatino
Mas ninguém ouve, o silencio é rei!

E esse rei condenou-me!
E vivo presa nas palavras
Que ficam por dizer!

A angustia asfixiou-me!
Morri sem deixar provas,
Condenada a sofrer!
Sónia Granja
Enviado por Sónia Granja em 25/08/2006
Código do texto: T224956
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Sobre a autora
Sónia Granja
Portugal
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Sónia Granja