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Ó TU, IMUTÁVEL SER....

Ó TU, IMUTÁVEL SER....


Ó Tu, imutável ser que a humanidade
Cobriste de ventura os seus destinos
No orbe, deste à natureza imensidade.
E os grandes tormentos, tornas pequeninos

De ti depende a essência humana
A harmonia etérea e imortal
Mísero de mim que sonhava vida insana
Numa impiedade, ímpia sem igual.

Ó grande ser Divino, clama a natureza
Por toda a eternidade ecoam louvores
Teu nome sagrado abriga só beleza

Provém da candura e do imenso amor
Que levam a criatura a procurar um dia
No refúgio da morte, o grande Criador !

São Paulo, 01/09/2006
Armando A. C. Garcia
E:mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Visite o Site: www.usinadeletras.com.br

Declamei este Soneto no Plenário da Câmara Municipal
de São Paulo, no dia 12/09/2008, data da comemoração
do 60º aniversário da Casa do Poeta "Lampião de Gás"
da qual sou associado.


Armando Augusto Coelho Garcia
Enviado por Armando Augusto Coelho Garcia em 05/09/2006
Reeditado em 13/09/2008
Código do texto: T233105

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Sobre o autor
Armando Augusto Coelho Garcia
São Paulo - São Paulo - Brasil, 79 anos
656 textos (25591 leituras)
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