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ENTRELINHAS

Quando vi teu sinal
Na sina do sinal que sou
Nada é final, apenas contínuo,
Largas entre as linhas
Vão passando, passageiro e pirata,
Palavras lançadas entre as ondas
Ondule o cabelo de novo
Alise minhas costas quentes
As linhas entremeiam o passar
Beijos de finas bocas
Minha boca engrossa farta barba
Pirata de todos os dias nesse mar
Não se desaponte pela falta de notícias
Tanto que clama tantas praias
E a nau sempre a seguir
Este ou aquele destino
Cruzando todas as linhas do horizonte
Navegando nas palavras soltas
Mas não esqueço o brilho dos teus olhos
Nem teu frescor, nem tuas carícias...
E tenhas sempre uma certeza
O mar sempre me trará de volta.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 05/09/2006
Código do texto: T233273
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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