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Da margem que lavamos os vasos da alma...

Da margem que lavamos os vasos da alma
Deleites de boa cepa a correr entre pedras
Variantes da próxima volúpia a mirar os olhos
O vagar translúcido do desejo na ponta dos dedos

Teus lábios saciam em doces estações
Desta lagoa afeita ao rio o correr abaixo
Flores naufragam pela corredeira, não os teus olhos,
Que desembocam para a nau em velas

Ardentes são os desejos que agora viajam
Singram o mar revoluto para a minha doce Ilha
Tuas mãos percorrem o mapa do corpo leve
E no Jardim tomo um beijo tão doce que acalma

Vou olhar a palavra que dita o bom da vida!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 07/09/2006
Código do texto: T234496
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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