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a minha voz erma



que a noite caia devagar,
se faça o último canto,
se faça cova escura do luar,
porque os teus lábios
que as minhas palavras tateiam
só sabem esta solidão insular.
a minha voz erma, perdida sem lugar.
Constantino Mendes Alves
Enviado por Constantino Mendes Alves em 09/09/2006
Código do texto: T236428
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Sobre o autor
Constantino Mendes Alves
Portugal
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Constantino Mendes Alves