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PRA QUANDO ME PERGUNTARES SOBRE RIMAS!

Olha que me fico vermelho
Molhado pelo surto, suor
Que me apavora as ventas
Feito fantasma de chuva
Água que me bate agora
Até os joelhos e salta
Contagem essa me falta
Pra versejar novamente
Olha que me fico molhado
Lamento de pai & mãe
Silábico que tem deca
Sem versar direito olha
No simples poema que tu fez
Mas com sua rara beleza
Se agora estrapolei
Nessa medidas nunca formei
Com a chuva, vem preguiça
E estica o tempo agora
Estia a língua vermelha
Nesse coração grande
Que vai perdoar é certo
A indiscrição maluca
Desse escriba de agora
Um beijo no coração!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 10/06/2005
Código do texto: T23649
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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