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A não retórica, tórrida!

Silvo meloso ecoa na tarde, um leve sorriso,
Bicadas no reflexo, de manhã à tarde, cismas,
Horário iludido, falácia sem real compromisso,
Um jogo na falta de memória, ou mesmo visão,
Partículas, partituras, polítikos, porradas,
Imaginação sem asas, pensar apenas no agora,
Saíram pela porta dos fundos, querem a entrada,
Tomar fachada, o lastro, o vácuo, outra vez,
Patrão bonzinho & tolo, paga para ser enrolado,
Mais de quinhentos anos de estripulias, voz,
Projetos de donativos compostos & encargos,
Gospem no prato que comiam antes, desse de hoje,
Como se a troca de camisa trouxesse soluções,
Inquéritos no pretérito perfeito das gavetas,
Governam sempre em causa própria, familiar,
Enquanto eles pensam que trabalham ou fazem,
Nós contabilizamos o prejuízo, pagando sempre mais,
Quero ver se virarem com um salário mínimo,
O passarinho ainda está brigando com o espelho,
Governo & empresários, qual tem mais culpa?
Talvez, todos nós, por sempre aceitar tudo,
Por ficar calados na maior parte do tempo...

Peixão89
11.09.2006
Peixão
Enviado por Peixão em 12/09/2006
Código do texto: T238071
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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