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COLARINHO MORREU

(dois dedos da boca do copo)
(dois botões acima)
(dois dedos de prosa)
(dois botões de rosa)
nesses tempos de camiseta e
caipirinha
quem há de desdizer a morte?

(recentemente fui convidado a participar de um sarau litero-musical na Casa das Rosas, esse monumento hoje devotado ao estudo da obra do poeta transcriador Haroldo de Campos, erguido nas vértebras da av. Paulista, Sampa. Como o convite surgiu quando já estava lá, e não tinha nada preparado, comecei a criar algumas coisas no calor da hora. Surgiu-me, entre outras coisas, este "colarinho", a partir da observação de que sexta à noite aquele caldeirão troca as notas, saltos altos e gravatas, por tonéis e toneladas da cerva sagrada)
Escobar Franelas
Enviado por Escobar Franelas em 13/09/2006
Reeditado em 14/01/2009
Código do texto: T239128

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Sobre o autor
Escobar Franelas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 48 anos
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