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Metamorfose

Nos encontramos, nos conhecemos logo
Na intimidade, nos devaneios e anseios
Na aflição, no jeito de amar e ser amado
Confessamos à fantasia e desejos imaginados.

Um amor sem sentido – Exasperado e bandido.
Venerado, prenunciado no tempo e no espaço
Descreve o enigma: - Revela e dissipa-se!
Joga a pedra quem não tem telhado de vidro.

Seres perdidos... Andando pela noite afora,
Em busca de uma luz, de um sonho execrado...
Enxugando o choro do outro num canto calado.
Mas sem dolo de um amor de outrora transformado

E ao amanhecer, distante da mira de outros seres...
Dos intrusos e bárbaros algozes do passado
Habituamo-nos ao amor desgraçado, condenado
Feito inocente à beira do mais alto abismo.

Tudo se transforma... Nada tem definitiva forma,
Seres vazios que carregam saudade do ontem...
Mas sem se sentirem culpados, sem pesar,
Valeu tudo que se viveu, o ímpeto da bondade.

Talvez ninguém tenha amado como tu e eu...
Com tanta profundidade, clareza e dedicação.
Amarás tua vida amor meu... Que eu a teu lado...
Também a amarei entregando-me a ti de alma e coração
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 15/09/2006
Reeditado em 15/09/2006
Código do texto: T240623
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso