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ADEUS

NAQUELA NOITE DESDITA
SERENA, TRANQUILA, SEGURA,
SEM SORRISO, APENAS UM OLHAR SEM CANDURA,
VOCÊ FALOU: ACABOU!
O CÉU SE ABRIU, O MUNDO CAIU,
CORAÇÃO DISPAROU, MINHA VOZ SE CALOU,
CHOREI, NAUFRAGUEI,
E NO MEIO DA MULTIDÃO
SENTENCIOU-ME, CONDENOU-ME AO MEU  INFERNO PARTICULAR,
PERDI A NOÇÃO E O PRÓPRIO CHÃO,
CAMINHEI DESNORTEADO, DESVAIRADO,
AS PESSOAS PASSAVAM, FALAVAM, APONTAVAM,
LÁ VAI MAIS UMA VÍTIMA DA TRAMA, DOS GRILHÕES
QUE APRISIONA O CORAÇÃO DE QUEM AMA;
VI ACABAR OS SONHOS QUE NÃO FORAM SÓ MEUS,
E VOCÊ FRIA DIZIA, REPETIA
SIMPLESMENTE A PALAVRA ADEUS...

ANDRADE JORGE
Junho/2005
ANDRADE JORGE
Enviado por ANDRADE JORGE em 18/09/2006
Reeditado em 23/11/2006
Código do texto: T243251
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ANDRADE JORGE
Jundiaí - São Paulo - Brasil
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