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Elegia II

Elegia II
Angélica T. Almstadter
17-08-04
 
As mãos espalmadas, bebo as lágrimas do choro
Que hei de verter no meu eterno fenecer
Que cantem a mim elegias em coro
Dêem-me carpideiras até o amanhecer
 
Deixo seguir no acaso dos ventos
As canções e as muitas poesias que fiz
O jorro dos desejos e dos pensamentos
Como testamento do muito que te quiz
 
O rio que aqui brota inconseqüente
Sulca a terra que aos teus pés há de parir
Meu choro áspero e comovente
Rega o teu solo, que é para ti somente florir
 
Calem as ondas desse mar, que dobrem os sinos
Para cada dia que eu por ti morrer
Quero louvores e  hinos
De fazer a terra estremecer
 
Angélica Teresa Almstadter
Enviado por Angélica Teresa Almstadter em 26/01/2005
Código do texto: T2444

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Sobre a autora
Angélica Teresa Almstadter
Campinas - São Paulo - Brasil, 62 anos
1054 textos (55630 leituras)
25 áudios (3274 audições)
1 e-livros (247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 20:44)
Angélica Teresa Almstadter