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Reserva de Solidão

Guerra fácil de ganhar,
eu querendo entender as coisas
e você fazendo as coisas.

Continuamos sós.
Triste dizer.
Nem os lampejos
da mais forte
tempestade nos acorda.

Do sonho,
criado na juventude
e, desfeito, quando a gente
percebeu que todos haviam crescido.

Já não tenho mais amor,
desculpe.
Já não tenho mais
a quem querer,
desculpe.
Só me entrego aos vazios!

Se o mundo dá tantas voltas,
deu uma comigo
e me jogou junto
as estrelas.

r foi lá que descobri
que entre o céu e a terra
há mais senhoras encantadas
que, num passe de mágica,
fazem você entender
como é bom o simples compreender!

Que o amor de terra passa
e o das estrelas,
tem benfeitorias de encanto !

Mas, agora,você é água
passada.

junto ao coração desta gente
camerata,
que não tem nada a sugerir
só a pedir, e quando você
se esgota,
sobram apenas
reservas de solidão.

Querer, querer mesmo,
não quero mais!
Nem se eu fosse o único dono
do ás!
José Kappel
Enviado por José Kappel em 22/09/2006
Código do texto: T246464
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel