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Onze - Horas


Sinto o jardim das flores do Sol
Quando se abre e surge teu rosto
Percebo o sorriso na face e no peito,
Um sol de amor e calor imenso.

Sinto o perfume e guardo o ciúme
Rubro a face no disfarce em flor
Finjo sem jeito não seres por ti
Que deste a luz ao meu etéreo amor.

O sonho do dia finda com a certeza
Onze-horas se fecham ao entardecer!
É um sol que brilha, aquece o dia e o ar
Ao anoitecer segue o destino e morre no mar.

14/09/06

LuliCoutinho
Enviado por LuliCoutinho em 22/09/2006
Reeditado em 23/10/2007
Código do texto: T246930
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
LuliCoutinho
São Paulo - São Paulo - Brasil
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