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POETA É O INQUIETO

poeta é o inquieto
o que sobe no teto
azucrina
alucina
mas apazigua. É de paz
ele é muitos e é uno
sumo humano
soma


acompanha o povo
grita pelo novo
inverte o sentido da palavra
busca o diferente
lavra
na horta dos desejos

detesta tirano
se irrita com desmandos
fica brando
quando o amor lhe pede

não cede
quando há injustiça
grita
quando todos calam
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 22/09/2006
Reeditado em 22/09/2006
Código do texto: T246944

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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