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Poema do Nordestino


Terra que tanto estimo
Pois dela tiro alimento
Jogo a semente,
Me animo...
Mas...Chuva...
Não veio.

A seca...
Seca o coração,
Pois alimento
Não vinga neste sertão.

Abandonado me sinto
Pelos donos da plantação
Que vivem na cidade grande
Não sabem o que é aflição...

Este nordestino,
Cansado de trabalhar
De sol a sol e relento,
A buscar água...
E só encontrar
Carcaças ao vento...

Neste chão,
As rachaduras
Fazem o desenho
Dessa grande pintura
De morte e sofrimento.
LUCINHA LECHEM
Enviado por LUCINHA LECHEM em 29/09/2006
Código do texto: T252022

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Sobre a autora
LUCINHA LECHEM
Salvador - Bahia - Brasil
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LUCINHA LECHEM