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Meu caro poeta

                                         Ao amigo e poeta
                                         Luciano Fortunato


Meu caro poeta da fé
Incerta (inexistente?)
Das palavras certas
Colocadas geometricamente
Em seus devidos lugares
Sobre tantas linhas tortas
Que a vida nos impõe

Poeta crescido sobre os
Trilhos da linha norteadora
Tu sempre conseguistes enxergar
Além daquele túnel escuro
Passagens secretas para tuas fantasias.

Meu caro poeta atormentado
Pelos sonhos não realizados
Aprisionados... Sufocados
Seriam necessários muitos
Balões de oxigênio para te
Livrar das angústias dos
Sonhos apenas sonhados.

Poeta do amor pela vida
E que vida é essa se não
Feita de amor, de sexo
Sexo que tu trabalhas
Com maestria ímpar
Nos teus textos singulares.

Meu caro poeta Fortunato...
Lembro-me do dia em que
Dissestes que esperas ansiosamente
Pela última frase dos poemas que lê e escreve
Sinto te informar que esse poema
Não terá uma última frase
No lugar dela haverá um brinde
Ao amor, a vida e aos nossos sonhos...

Vamos lá meu caro poeta, brinde comigo!

Elano Ribeiro Baptista
ERB
Setembro de 2006
Elano Ribeiro
Enviado por Elano Ribeiro em 29/09/2006
Reeditado em 30/09/2006
Código do texto: T252538
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Sobre o autor
Elano Ribeiro
Mendes - Rio de Janeiro - Brasil, 42 anos
60 textos (6007 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 09:11)
Elano Ribeiro