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A manhã

A manhã despertou e na alvorada
O vento frio tomou a cor da esperança.
Revi a minha história ... Cada lembrança
Tirei do fundo da memória enregelada ...

 
A manhã avançou e eu, calada,
Aguardava sentir uma mudança,
Um cavaleiro armado de espada e lança
Que me deixasse presa, enfeitiçada ...


A manhã terminou e já morreu !
A esta hora, só a noite avança
Mas o Sol não derreteu a madrugada !

 
A manhã se finou sem apogeu,
Sem reconciliação nem aliança ...
Mais um dia passou e não aprendi nada !
Cri
Enviado por Cri em 18/06/2005
Código do texto: T25497
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Sobre a autora
Cri
França, 58 anos
30 textos (7245 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:18)
Cri