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Estragados!

Enfiou a cara no Sol pela tarde,
Esquentando o esqueleto para a noite,
Tudo levava a crer, seria bem fria,
Não viu um sorriso que agradasse,
Tão pouco, aquele brilho nos olhos,
Pensamentos furtivos, distantes, difícil,
Jogo de cena ou viração, chateação,
Pregos tirados da mão, tudo sangrando,
Apenas no interno do coração,
Muitos reclamos, pedidos & pouco dinheiro,
Quase nada, nenhum, pouca paciência,
Deveres efêmeros tocados displicentemente,
O jeito de olhar tudo pedindo socorro,
É o mesmo que vira as costas & deixa falando sozinho,
Novidades quase secas, somando mais problemas,
Deixa-se levar pelas cobranças infundadas,
Nas pertinentes, bate de ombros quase sempre,
Tem uma brisa mais fria vindo pela tarde,
A palma que toca a pedra que lasca o chão,
Quando a lágrima arrefece, suspiros!
Corre o dia, vem a noite, & com ela a solidão!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 03/10/2006
Código do texto: T255299
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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