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FRIO N'ALMA

Nessa madrugada fria minh'alma chora
de saudades de ti,
do amor imenso que sinto e de toda
tua impossibilidade de ser vida.
De caminharmos lado a lado,
pois a distância impera e nos afasta
cada vez mais para um labirinto
onde não encontramos saída .
Tanto busquei em minhas caminhadas
e ao encontrar o  amor dos meus sonhos,
nada posso vivenciar.
O beijo que sonhei,
o toque suave em tua pele,
o amor que é imenso.
O que farei de minhas caminhadas
nessas madrugadas que virão,
com chuvas finas e doloridas
e minh'alma chorando a tua ausência.
Como irei caminhar nessa solidão imensa.
Nessa tristeza que carrego.
Mas uma coisa sinto e minha alma diz
Nunca esquecerei de ti.
Pois és o amor de minha vida.
***
En esa madrugada fría minh'alma llora
de  añoranzas de  ti,
del amor inmenso que siento y  de toda
tu imposibilidad de  ser vida.
De  caminemos codo con codo,
pues la  distancia impera y  en los aleja
cada vez más para un laberinto
donde no encontramos salida .
Tanto recogí en mías caminadas
y  al encontrar el  amor de mis sueños,
nada puedo vivenciar.
El beso que soñé,
el toque suave en tu piel,
el amor que es inmenso.
Lo que haré de  mías caminadas
en esas madrugadas que vendrán,
con lluvias finas y  doloridas
y  minh'alma llorando tu ausencia.
Como iré a  caminar en esa soledad inmensa.
En esa tristeza que cargo.
Pero una  cosa siento y  mi alma dice
Nunca olvidaré de  ti.
Pues eres el amor de  mi vida.

zelisa camargo
08.06.05
20.12
ZEL
Enviado por ZEL em 18/06/2005
Código do texto: T25539
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
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8 e-livros (803 leituras)
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