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Balada dos errantes

Balada dos errantes

Desculpe-me pelo silêncio
É só o que eu tinha para lhe presentear
Já se foram minhas chamas de carícias
Falsas e humanas.
Perdoe-me por ainda querer-te como a lua
Tem o sol
Em meus ombros soa o rugido
D’um leão em pensamentos e eu não
Tenho forças para segurar tais palavras
Tudo foi feito de sangue verdadeiro
E também tristes lágrimas
Minha alma estava repleta de ciladas
Uma época estranha.
Não haverá condenação
Pra onde não houve...
E quando o tempo me fizer
Seguir os passos sombrios
Será a mesma estrada.
Juro que não errei, pois
Meu amor’inda permanece
Enclausurado entre o crer e sua
Doce sombra
Camper
Enviado por Camper em 03/10/2006
Reeditado em 13/05/2011
Código do texto: T255573
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Sobre o autor
Camper
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 38 anos
70 textos (1949 leituras)
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Camper