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ATÉ QUALQUER DIA


Até qualquer dia meu amor
Não esperes um suspiro de dor
Saibas que foi muito bom
Enquanto durou o encanto.

Guardei as tralhas num canto,
Tranquei a porta do quarto.
Não direi a hora que parto
Pode ser a uma e um quarto

Ou no momento em que o sono
Fechar teus olhos num sonho
No macio divã da sala.
Sairei sufocando a fala

Para não dizer o que sinto.
Tempestade eu pressinto,
Deter-me tu tentarás
Não ficarei e me odiarás.

Eu juro por qualquer santo,
Quebrou-se aquele encanto
Que nos prendia na cama,
E junto só fica quem ama.

Por isso estou saindo de fininho
Para seguir meu traçado caminho.
Seja muito feliz é meu desejo
Deixo-te um abraço e um beijo.

05/10/06.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 05/10/2006
Código do texto: T256648

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão