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Que se vive de amor



 

 

Que se vive de amor,

de se obrigar a vontade,

que se faz dela a dor.

Só se sabe da importância de nascer

e que no pleito é-se gente

e para morrer, é como o sol poente,

em estrambote, morrer-se em verbo candente.

 

Que da vida só se sente,

que a razão  sublima,

tudo o quec se tem,

é esta pouca coisa na mente.

 

esta certeza que os outros

nem sempre sabem bem

que a vida que se fala

é só poesia, poema

coisa da ideia, pois

mas que faz o vulcão expelir a lava.

 

A vida tem que se viver,

em mandamento moral,

porque da morte não se sabe,

nada que se conheça em vida.

 

Que se viva do ar.

Este céu ainda tão novo,

e que já tanto arde.

 

 

Constantino Mendes Alves
Enviado por Constantino Mendes Alves em 09/10/2006
Código do texto: T259861
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Sobre o autor
Constantino Mendes Alves
Portugal
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