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Colares Avulsos!

Enroscou o cartão, ligação interrompida,
Sacou que o eletrônico limpou toda a conta,
Chamada fora de hora & excessos de gerúndios,
O mal que a língua faz de quem pouco pensa,
Assanhados sem partidos atirando todas as pedras,
Cara na vidraça, tropeça no extintor & dispara,
Do olho que se fere na vergonha descarada,
Mentiras como bons produtos para a ocasião,
Reflexos do acento agudo desde o achamento,
Olha de novo, senha inválida, que caganeira,
Nem cumpre o papel que mal lhe cabe,
Embrulhos disfarçados de bombas de luz,
Colírio alucinógeno para dentes perfeitos,
Acinte no vernáculo do tamanho do coice,
Já paga dobrado pelos pecados do futuro,
Sobras para todos os insetos & tantas pombas,
A falta de ar que cobre toda a freguesia,
Depois que o mar se vingar, não adianta chorar,
Nasceu pelado, vai ficar nu no fim da vida,
Queimou tantos neurônios só resmungando,
Abraçou tanto a fé do jeito mais errado,
Quando era para sorrir, fechou a cara,
Outro cartão para o espaço, caiu a linha!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 09/10/2006
Código do texto: T259930
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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