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Farolete em chamas!

Caiu como uma luva a dose de whisky,
Tirou do banho todos os males do dia,
Fechei os olhos pressentindo a batida na porta,
A sombra da noite vinha com as estrelas,
Coma Lua acomodada já de vigia,
Doce fragrância vinha pela fresta no chão,
Sorrisos abertos na entrada cúmplice,
O olhar meigo, poucas palavras, um beijo,
Preparar alguma coisa para beliscar,
Mais uma dose, também quis experimentar,
Frutas para se dividir entre risadas,
Pouca coisa, já era suficiente, outro beijo,
Tudo ficou pela mesa, menos os afagos,
Apenas o quarto ao lado com luz & música,
As roupas foram tomando lugar ao chão,
Enquanto o corpo bailava delicadamente,
Uma dança terna & sem pressa, beijos,
A pele celebra cada movimento simples,
Devaneios que acomodam a boca pelo corpo,
Pêlos & poros tornam-se brasas agudas,
Do pescoço aos seios uma densa trilha,
De afagos implacáveis & voláteis,
Quando a boca se abre sobre o ventre livre,
Um suspiro se solta na forma de gozo,
Trocamos a luz de lugar & o frio do piso,
Novos beijos reacendem toda a volúpia,
O tempo pára quando minha boca desliza,
Suas coxas tremem de tanto prazer,
Seguido de um suave gemido, outro gozo,
Prolongado habilmente na minha mão,
Sua boca busca meu corpo & o teso,
O próximo gozo deixa você em êxtase,
As carícias se intensificam, cada vez mais,
Você delira, o corpo todo abrasado,
Completa alucinação quando entro,
Abocanho cada seio, depois beijos,
Gozamos intensamente até perder as forças,
De lado, a mão pousada no seu seio,
Tantos beijos para recupera o fôlego!
A noite está só começando...

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 15/10/2006
Reeditado em 15/10/2006
Código do texto: T264756
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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