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LIBERDADE

Em agônias meu coração pulsa, desprovido estou de ti...
Ó Liberdade!!! Estar longe de ti é como morrer em vida...
Sinto falta dos teus olhos luzídios,
necessito dos calorosos carinhos teus,
sinto ausências do teu corpo,
tenho falta de você...

O fantasma da solidão é meu triste companheiro...
Em silêncio, meu coração chora lágrimas de dor,
enegrece a cada instante o meu semblante,
é perdida minha esperança de novamente encontrá-la...

Liberdade, na multidão dos meus pensamentos,
a imagem primeira é você...
Alegra-me saber que você existe...
Alegra-me saber que você é minha...
És Tu Musa éterea que se faz presente,
obsessão sadia que quero ter,
e só traz bem ao meu coração,
e não desejo esquecer-te...

Liberdade, noite de lua, brilho intenso meu,
tu és o Todo de mim...
Esperança que creio, cura de todos os males...
Eu te amo...
Eu te quero...
Eu te espero...
Eu te gozo...
Liberdade, repouso eternamente meu.



                 Amauri Carius Ferreira (Augusto de Sênior)
Augusto de Sênior
Enviado por Augusto de Sênior em 17/10/2006
Reeditado em 21/07/2012
Código do texto: T266324
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Augusto de Sênior
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 50 anos
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Augusto de Sênior