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SAUDADE INFINITA

*Fanny*

Sei que existes...sempre te busquei...
neste infindo Universo de constantes esperas...
Mas ainda não te encontrei!
Sinto o tacto silente de tua luz doirada
 que me aconchega e acaricia meu espírito.
 
 Sentimentos deambulantes tocam nossas melodias...
 estrelas errantes cantam nosso amor.
Sinfonias derramam nossas saudades em versos de Lua
declamados pelas vozes de nossas almas.
 
Falei ao vento de ti...e ele chorou...
Levou meus pensamentos por alamedas coloridas,
silenciosos trilhos floridos de lamentos secretos.
 
Os meus beijos flutuaram entre as múltiplas estrelas...
sonhos meus querendo tocar-te
murmúrios meus querendo enlaçar-se aos teus.
O arco íris olhou...suspirou...sorriu...
inventou amorosas cores celestiais...
pintou nosso horizonte encantado de cetim.
 
Mas que saudade é esta que te procura
se eu ainda nem te vi?
Que mistério é este que não se desvenda?
Onde estás? Em que dimensão do Universo?
 
Eu sei que também andas em minha demanda...
Li aquele soneto que a Lua escreveu...
Tuas travessias em mundos desconhecidos,
tuas buscas errantes em tenebrosas noites...
 
Fala ao vento...às estrelas...à Lua...
quem sabe à pequena brisa que passa...
Talvez os astros te tragam até mim
em alguma nuvem doirada perfumada de jasmim.
Fanny Estrela
Enviado por Fanny Estrela em 22/06/2005
Código do texto: T26858

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Sobre a autora
Fanny Estrela
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