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Solidão

Alvoraça o vento,
bate frenético
às bordas
do balcão dos vazios,
nas escadas dos falidos,
nas mesas arrendadas
pela solidão.

Sou sempre meia-noite,
é quando o corpo gargala,
no imenso bar
das mulheres arranhadas
pelo tempo.
José Kappel
Enviado por José Kappel em 23/10/2006
Código do texto: T271291
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel