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Do ar que o peito solta...

Do ar que o peito solta
Libertas de praças árias
Farta-me essas lutas inglórias
No ar que ao peito retorna
Galas, volteios, gaiolas
Áridos que a fusão ofuscam
Medos perenes obliteram
Nessa paz onde se trocam balas
Pela serenidade que se busca
Essa nau escura no vasto mar
Trilhando os caminhos do amor
Contra a lágrima que o olhar ofusca!
O bom da vida só temos em tempo de paz!

Peixão89
"Mar ia nau" que me abre o coração com essa alegria intensa da amiga Maria Petronilho.
Peixão
Enviado por Peixão em 23/06/2005
Código do texto: T27151
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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