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Pobre Orvalho...

Pobre de ti orvalho que cai pelas manhãs
A noite acabou e o luar não te nutre mais
O sol que vem surgindo vai secar-te em minutos
E todos esquecerão p brilho da lua desta noite
Nem mais lembrarão que o sereno fez-te surgir
Pobre de ti orvalho...

Esta noite,se apareceres, não cobre lembranças
Da tua existência fez-se a neblina
É a ela que justificam a beleza deste jogo de luzes
Este luar não te pretence mais
Pobre de ti orvalho...

Esta manhã úmida dá vida as minhas bromélias
Elas têm mais cor desde aquele dia
Quando a lua fez-se presente desde seu grão de pólen
Veja que alegria, meu caro orvalho, elas trazem até mim
Cada pétala parece um sorriso em cada amanhecer
Enquanto tu pareces chorar
Pobre de ti orvalho..

Não te preocupes, sei de teu valor
O luar não te esquece, nem o sol que te aquece
Ingrato é aquele que nem sabe o que és
Gota d´água noturna abençoada pelo luar
Pobre daquele que não sabe viver seu instante


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Geisa Mara de Aviz
Enviado por Geisa Mara de Aviz em 24/10/2006
Código do texto: T271974
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Sobre a autora
Geisa Mara de Aviz
Ibirama - Santa Catarina - Brasil, 28 anos
21 textos (572 leituras)
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Geisa Mara de Aviz