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A Flor Restante

O meu amor
É uma lágrima cadente
Que quer brilhar,
Como uma estrela,
Mas, que se ofusca,
Cegamente.

Antigamente,
O meu amor era
Uma flor remanescente
Num jardim seco
Cujo tapete
Foi-lhe tirado
De repente.

Subitamente,
O meu amor tornou-se
A gota lancinante
Que rega o broto -
A flor restante –
A qual descansa
Sobre a terra.

E sob o céu
Cheio de estrelas,
O meu amor
Suspira e chora,
Orvalha a dor
Que sente agora,
Oculta a inveja
Sob a relva.

27 de Outubro de 2006
Teco Sodré
Enviado por Teco Sodré em 27/10/2006
Código do texto: T274940

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Sobre o autor
Teco Sodré
Salvador - Bahia - Brasil, 38 anos
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