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Colhendo grãos, bagas espalhadas,
Partes cerebrais por todo o pátio,
Neles não pode doer, mas aqui sim,
Imputados da terceira via sistêmica,
Pantominas que tem dinheiro, outros não,
Um feérico sobreviver sem impostura,
Nas asas cortadas para arrastar sempre,
O mais rente ao chão possível, sobras,
Somente sobras na esganiçada ganância,
Eles querem soluções para os seus problemas,
Que eles mesmos criaram, mas e os nossos?
Tudo é uma questão de dinheiro, vil metal,
Avilta tanto a falta exasperada & latente,
Como o volume na mão de tão poucos,
Um trabalho para ser realizado precisa de grana,
O sujeito tem, de sobra, além até da conta,
Ele sabe que o desesperado se remediará,
Contudo, faz o maior “doce”, pouco caso mesmo,
Até o infeliz, praticamente, desistir da idéia,
Ou mesmo deixar de mão beijada sua criação,
O infeliz vai continuar passando apuros,
Enquanto o outro, nem lamentar vai,
Capaz até de argüir, que só somos vagabundos,
Querendo se aproveitar de suas posses,
O trabalho em si, foi considerado uma coisa...
Malversações, ações dúbias, descalabros,
Algumas políticas para ajudar ali, outras negando,
Mais sementes espalhadas, bagas partidas,
Descerebrados passando pelas escolas,
O ocaso fortuito da sorte parruda, lápides,
Barrigadas expostas, expondo neuroses & caos,
Todas as esperas engolidas bem a seco,
Afinal, não estão tão necessitados agora,
O conhecimento desempregado por muito tempo,
Como se nenhuma conta fosse preciso pagar,
Querer trabalhar, não é uma divagação!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 31/10/2006
Código do texto: T278319
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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