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Amigos da Miséria


Morro, no nada
alimento-me de nada também
(num palácio ireal)
meus sonhos, são de nada,
minha realidade... é nada também.

meu cachorro de nada, me acompanha
em troca de um nada de ambição.
De quem é melhor que um primata,
vira-lata, os 2 em profissão.

não tenho direção de ida,
O faro vagabundo
do meu cão que me guia.
Sempre os dois pela sargeta
numa eterna boemia.

Se sou um nada social
e nem apareço em estatisticas
mas que, em contra-partida
apenas um cão já me vale vida.

se um tudo eu pudesse ter
esse tudo se chamaria
lealdade,
Na forma de um cão
onde tudo é amizade.
Lucas Terra
Enviado por Lucas Terra em 01/11/2006
Código do texto: T279138
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Sobre o autor
Lucas Terra
Jarinu - São Paulo - Brasil
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Lucas Terra