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Como Avencas

Sou tão vulgar como as avencas
Que brotam em qualquer lugar
Se me quiseres sejas paciente
Precisas saber como me ca(ul)tivar

Não me tragas energias negativas
Pois se as absorvo, posso murchar
Não ralhes comigo entre dentes
Pois sou de uma fragilidade ímpar

Fico feliz com o teu calor
Ainda mais quando te sinto úmida
Não permitas que tua luz me ofusque
Porque a minha luz também quer brilhar

Minha epiderme não absorve a água
Esta pode apenas me lavar
Dando-me teu amor, carinho e ternura
Em teu jardim interior irei sempre estar

cacaubahia
Enviado por cacaubahia em 05/11/2006
Reeditado em 21/03/2013
Código do texto: T282424
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
cacaubahia
Londrina - Paraná - Brasil, 56 anos
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cacaubahia