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A Tempestade

A Tempestade

Das nuvens surgiu esta fagulha:
Um feixe de luz, de alegria e amor;
As dos prótons e nêutrons em tua figura;
E ramas de raios de dança e calor.

És fera! Que caça na vida sombria,
Seu holofote, prazer, virtude e ascensão,
O mérito uniforme de sua simpatia
É o forte do estrondo em sua canção.

Desfaz-se entre as chuvas, mais densa
Ainda, capaz de total redenção,
É vida, é cíclica, ou na desarmonia,
É morte e agonia na inundação.

Em terra, natureza sólida remonta
Em certa destreza os que vêm e que vão,
Mas não tão simplória, além da magia
Torna-te valente e encharca teu chão.

Voa gasosa na temperança dos ares,
Em quando tropeças na intuição.
Contudo, foras procurar outros mares
Se estes permeiam descaso em teu vão.

É que prova, guerreira em sua batalha,
A serenidade enérgica de todo labor.
Leva teu nome, oh! Tempestade!
Semblante gris, de romance e ardor!

Para minha amiga Tempestade.
Bornnye
Enviado por Bornnye em 06/11/2006
Código do texto: T283366

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Sobre o autor
Bornnye
Guarulhos - São Paulo - Brasil
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Bornnye