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Quando permito

Quando eu fecho os meus olhos
e simplesmente permito que suas lindas e sensíveis mãos
acariciem minha rígida pele,
me sinto seguro,
sinto que meus problemas já foram solucionados,
que os meus medos não existem mais e deram lugar as certezas...
Certeza de não possuir, mas, ser possuído,
certeza de não influenciar, mas, ser influenciado...

Quando simplesmente permito;
Lábios sensíveis, carinhosos, excitantes,
tocarem os meus, frios e soberbos,
percebo que minha vida não tem norte, sul, controle...
Perdida...
Mas, se encontra nos seus braços, firmes,
certos e convictos do que quer,
me fazendo crer assim que nada sou sem os seus olhos,
que me guiam e me fazem renascer para um novo dia...

Quando permito a sua voz invadir a minha alma,
e direcionar os meus passos,
permito-me andar pelo caminho do sucesso,
felicidade, o caminho iluminado pela lua,
e guardado pela linda flor púrpura, à poesia...

Quando permito ser despido pelos teus olhos,
e nu me encontrar,
permito o amor me moldar,
e a confiança mútua transbordar o nosso coração...

Quando me permito te ver chorar,
e me permito secar tuas lágrimas com a minha atenção,
permito-me penetrar em você e me tornar um novamente,
e entender que a minha permissão
é influenciada pelo seu sorriso,
eternamente gravado em minha mente.

Assim sou submisso,
ao amor que nos une, e nos faz um,
e me faz saber o que quero,
por singelamente saber
o que você quer...
Marcelo Maia
Enviado por Marcelo Maia em 06/11/2006
Reeditado em 09/09/2011
Código do texto: T284051
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Marcelo Maia
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil
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