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Zíper Aberto!

Na falsa verdade, rumores deslizantes,
Promessas batidas feito cascalhos, depois pixe,
Vassouras alugadas por falta de outras rodas,
Corta-se o tempo como se nada valesse,
Ah! Mais um mês & pouco acaba o ano...
Ok! Pense nos almoços & jantares nesse ínterim...
É, tem muita louça para ser lavada ainda,
Ministra a hora, coisa tão corriqueira, diz,
Verga feito árvore que os frutos carrega,
Pedras pulando do tapa-buracos, atrasados,
Enrolam o horário como se a vida fosse cabide,
Árias para bacantes, silêncios profanos,
Fulgor nos olhos, seios expostos, peles & bocas,
O desleixo exibido em cores mais quentes,
Mais ilusão no sonhar acordado outra vez,
Cara de sono, sempre lamúrias, lacunas,
Tantas quantas possa criar a grande preguiça,
Nunca há satisfação plena na cabeça miúda,
Por mais boa vontade que se demonstre!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 07/11/2006
Código do texto: T284354
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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