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O Cristo, o pão e o Judas

Quando Deus mandou seu filho, para a humanidade salvar
não imaginou com que tipo de gente, Jesus iria se irmanar...
Jesus andou pelso mercados, pelo campo e teve árdua luta
nem sequer imaginou que mais santa e boa seria uma puta...

Madalena, dizem: de vida torta e coração de criança
já fez coisas condenáveis, além da cachaça e da dança..
mas em íntimo humano, rereceu a sua redenção,
pois além de ser bela mulher, tinha de ouro o coração...

Tambéma falsidade, atravessou o caminho do jovem Jesus, pai e irmão,
a maior traição veio, justamente daquele a que Jesus deu o pedaço de pão...
Por isso meu amigo, não lamente se aquele que pensava irmão
Virar as costas, falar mal ou pagar a ajuda com traição...

Pelo contrário, fique orgulhoso, apesar de tudo, pois á glória de tudo é dona...
Deus é bondade, muito infinita e jamais te abandona...
Por isso, da Cruz do Calvário, ainda hoje ecôa:
Pai todos eles não sabem o que fazem, em sua bondade infinita os perdoa...

São pobres homens e mulheres que cedo ou tarde triste jazem
perdoa-os, meu pai infinito de bondade, eles não sabem o
de de fato fazem...
Sua Glória, esta acima disso tudo, sua bondade é doce como
o gavo de mel,
Que todos os seres evoluam e que um dia, possam estar ao seu lado no céu...

                Poesia feita em 2004
Manoel Vitorio
Enviado por Manoel Vitorio em 08/11/2006
Código do texto: T285706
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Sobre o autor
Manoel Vitorio
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 59 anos
4779 textos (175021 leituras)
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Manoel Vitorio