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Ainda



Quanto silêncio seria necessário
para que eu pudesse te calar?
Quanta saudade me afogaria a mágoa,
que insiste em perdurar?
Te fazes alheia ao meu sofrer,
não me sabes na profundidade que padeço...
Te penso? Te esqueço?
Coisas que não posso dominar...

Vivo romanceando devaneios,
tramando encontros que não acontecem...
Disponível para os acessos
que meus excessos descambam...
Me abro em lentos enganos,
silencioso penar...

Volto à tristeza que a ilusão não dissipou,
franzindo sortidas alegrias,
curtindo teu dissabor...

A rapidez com que o tempo tem passado,
me faz crer que longas serão minhas agonias,
porque me abandonas no limiar de teu torpor...
E eu... aguardando a tua vinda...
Impreterivelmente, ainda...

August 30, 2006.


ENIGMA
Enviado por ENIGMA em 10/11/2006
Reeditado em 16/03/2013
Código do texto: T287510
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ENIGMA
Seattle - Washington - Estados Unidos
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