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No coração nasce a forma
E aqui se metamorfoseia

Tálamo ancestral da vida
Jamais a ferida sara

Sou elo que pendo no nada
Como cadeia quebrada

Hoje queria ser areia
Por onde a água perpassa
Sem deixar nenhuma marca
Gira e ri enquanto rola

Mas carne, demoro ainda
Apesar desta certeza:
Sou um laço da cadeia
e não me pertence nada
Deram-me vida; dei vida

Tudo o mais
É estrada



9/4/2004


Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 10/11/2006
Reeditado em 10/11/2006
Código do texto: T287698
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
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