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Segredos roubados

Não fui fiel guardador dos segredos
que a alma roubou do meu coração...
por entre mil retic~encias, febres e medos,
em versos os fiz ecoarem na amplidão...

Nem estro e nem ego disseram "NÃO"
e os mantive acesos em meus enredos...
foram Poesias, quando houve inspiração
e foram areia escorrendo entre meus dedos...

Assim, declarei ao mundo meus lumes
quando, em verdade, eram apenas trevas;
quando, em pranto, eram apenas queixumes...

A minha ânsia, foi e é onda revolta;
o meu coração, roubado, ainda se subleva...
e a minha alma, bandida, continua solta...
Marinhante
Enviado por Marinhante em 13/11/2006
Código do texto: T289940
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Sobre o autor
Marinhante
Rio Grande - Rio Grande do Sul - Brasil, 73 anos
114 textos (1409 leituras)
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Marinhante