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Meu poema

Nada de poema calculado
Gosto dele quando é um riso
Um soluço uma lágrima
Um berro um gozo um grito

Não gosto de poema pedante
Matematizando invencionice
Amo-o se ele é vida
O cotidiano em luta
De todo amor o vibrante
E até ódio de dedo em riste

A razão em si
Fique com a ciência
Talvez com a filosofia
Ao poema cabe ser
A vida que resiste
E a dança de todo dia

O poema não é tese
Nem é dissertação
O poema é simplesmente
Fantasia jorrando vida
Da fonte imaginação


__________________
*CORREIA, W. Meu poema. In V concurso Kelpes de poesia falada - antologia adulto. Goiânia: Kelps, 2005, p. 142.
Wilson Correia
Enviado por Wilson Correia em 14/11/2006
Reeditado em 15/11/2006
Código do texto: T291152

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Sobre o autor
Wilson Correia
Amargosa - Bahia - Brasil
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Wilson Correia