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O tempo inconsequente

"Dançai, folgai que a mocidade é como /A flor do prado que bafeja a brisa;/Não só de orvalho, de calor, de sombra, / Mas de cultivo na solidão precisa." (Licurgo de Paiva)
..........................................

A brisa acaricia nova alma
Tentando entender o desabrochar
Do sopro da natureza viva
Que fenecerá no conviva
Do tempo que não tardará.

Lá fora, almas desfilam sob brisa e vendaval!

Janelas se abrem à incompreensão
Da sisudez que não tardará
No convívio da caminhada
Que segue rumo e estrada
Das diferentes formas de amar.

Ao lado, uma outra metade se nega a ficar!

Se molhe nessa chuva fina
Que uma brisa leve cedo levará;
Quando enrugar a fonte da tua sina
Nos prados aonde a vida ensina:
Deixe a enxurrada te levar!

Do alto, sonhos despencam sobre o asfalto!
Kal Angelus
Enviado por Kal Angelus em 14/11/2006
Reeditado em 16/11/2006
Código do texto: T291214
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Sobre o autor
Kal Angelus
Teresina - Piauí - Brasil
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