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Escultura



Depois de mim sou sangue.
Sou ventania, esperando a calmaria.
Feita de lama de mangue.
Cato ilusões no monturo,
onde pulsa a vida mais simples.
Minhas mãos tateiam no escuro,
escavando os mistérios do fundo.
Sou noite, esperando o dia.
Depois de mim sou mundo,
esculpida a terra e água, e
meus olhos imprecisos
trazem a dureza da lágrima.
Lislopes
Enviado por Lislopes em 15/11/2006
Código do texto: T292442
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Sobre a autora
Lislopes
Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Brasil, 55 anos
80 textos (269456 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 08:44)
Lislopes