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BRINQUEDOS DE PORÕES

BRINQUEDOS DE PORÕES

 
Não somos sapos

Nem príncipes, nem fadas...

Pulamos em cada ato

Tão simples como mergulhar

Nas incertezas de amar,

Com medo de decidir

Nosso seguimento, ou não,

Entre lamaçais da estrada.

 

Por que as decisões para uns

São tão difíceis?

Porque pensamos sem pensar

E taxamos as coisas de antemão,

Se serão ou não impossíveis...

Difícil decisão.

 

O tolo sorri

E o sério cala...

Qual o primeiro a cair,

Ou mergulhar na indecisão?

Há algo que ainda valha

Uma única ação?

 

O risco de perder os sonhos

É transformar as idéias

Em pesadelos tristonhos.

 

Risco de não sentir

E achar que não pode subir,

Quando ainda tem fôlego,

Mesmo que ande trôpego.

 

Verá a escravidão

Com conformidade,

Achará que nada tem solução.

 

E cadê o sapo,

Cadê o príncipe?

São brinquedos de porão.

 

Walterbrios 29/10/2006

 

Walter BRios
Enviado por Walter BRios em 16/11/2006
Código do texto: T293212
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Walter BRios
Salvador - Bahia - Brasil, 61 anos
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Walter BRios