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A “idiolatria” do sincretismo

“...Se algum amor eu quis, esse era igual ao teu / que tudo me ofertou e nada recebeu; / ingênuo e puro amor, simples, sem artifícios, / capaz como bem dizes "de mil sacrifícios...” (J.G. de Araújo Jorge, In Carta a um amor impossível)

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Não desmistifique a minha crença
Nas contradições do amor;
Deixe-me sonhar com as formas
Que não fazem arestas com o seu pensar.

Não vaticine o fim do meu sonhar
Com suas concepções de amor perfeito
Porque nos lábios do amor desfeito
Ainda perdura o querer amar.

Lados opostos da continuidade
Opondo-se à contínua simetria
De velhos conceitos imperfeitos
Do medo de se entregar.


Vate
Vaticinar
Veleidades
Entre as desilusões
De quem não queira mais amar.
Kal Angelus
Enviado por Kal Angelus em 17/11/2006
Reeditado em 17/11/2006
Código do texto: T293739
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Sobre o autor
Kal Angelus
Teresina - Piauí - Brasil
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