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GULA

Língua, que espera tua boca
Na boca, seivas doces esperam
Tua boca em doces beijos
Arfa, ao meu beijo arfa
Teus seios me apontam
Tanto como meu teso
Que te põe a arfar
Mais beijos, tua mão a carinhar
Vestes que beijam o chão
Em leito, entrelaçamos desejos
Na tua volúpia que me toma
Arfa, beijos em tua boca
Teus seios ao meu peito descansam
Um fôlego para novas carícias
Enquanto a Lua nos toma de surpresa
Na volúpia da noite que se recomeça
Língua, que vibra tuas coxas
Arfas em tantas seqüências
Boca que me toma a língua
Outro fôlego a buscar
Mãos que te afagam cálidas
Na têmpera de tua fremência
Liras surtam em nossos gemidos
Enquanto tomo teu corpo
Pele que arrepia a cada toque
Tuas costas me suporta
Mãos deslizam até o ventre
Brilho dos olhos, outro gemido
Insaciável é o nosso prazer.

Mareia próxima onda na nau escura enquanto o bom da vida nos retém na
noite!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 01/07/2005
Código do texto: T29929
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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